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Psicólogo online | TDAH
Luiz Fellipe Almeida

Terapeuta especialista em TDAH, impulsividade, oscilações de humor, desregulação emocional, dificuldade de atenção, dificuldade de organização, procrastinação e dificuldades acadêmicas

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Atendimento em qualquer lugar do Brasil

  • Psicólogo clínico formado pela USP

  • Atendimento online 

  • Horários flexíveis

  • Tratamento a adultos e adolescentes

Confira meu CV e publicações

Tratamento para:

  • dificuldade de concentração, organização; procrastinação; distração;

  • impulsividade; hiperatividade; intolerância à frustração;

  • irritabilidade, humor instável, labilidade emocional;

  • dificuldades escolares ou acadêmicas, no trabalho.​​

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A terapia permite que a dor-obstáculo se transforme em outros modos de viver, outras qualidades de existência, outros acordos com o outro, outras situações no mundo. Tédio, estresse, tristeza, angústia, medos, vícios, lutos, inibições, obsessões, repetições: sentir que algo “não vai bem” sinaliza uma urgência singular e uma possibilidade de (re)criação. 
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Apresentação

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Sou psicanalista, bacharel em psicologia, psicólogo e mestre em psicologia clínica (bolsista CNPq) pelo Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP), onde também sou doutorando em psicologia clínica (bolsista CAPES), integrante do Laboratório Psicanálise, Sociedade e Política, do Grupo de Pesquisa de Orientação Lacaniana e da Rede Clínica do Laboratório de Psicanálise Jacques Lacan.

Links

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Logo da página de Luiz Fellipe Almeida no site Academia.edu

Psicólogo online especialista em TDAH

  • Adições, vícios, dependências (jogo, internet, sexo, compras etc.)

  • Agressividade, impulsividade, explosividade

  • Alcoolismo, toxicomania

  • Angústia, ansiedade

  • Anorexia, bulimia, transtornos alimentares

  • Conflitos familiares

  • Déficits de atenção, hiperatividade (TDAH etc.)

  • Depressão, apatia, transtorno bipolar

  • Dificuldades escolares/acadêmicas

  • Distúrbios do sono

  • Distúrbios psicossomáticos

  • Dores corporais crônicas, fibromialgia, fadiga crônica

  • Estados-limite (borderline)

  • Estresse pós-traumático

  • Hipocondria

  • Ideações suicidas

  • Lutos penosos ou patológicos

  • Neuroses (fobia, histeria, neurose obsessiva, TOC etc.)

  • Problemas conjugais

  • Psicoses (esquizofrenia, paranoia, transtorno maníaco-depressivo etc.)

  • Questões ligadas à parentalidade

  • Transtornos narcísicos, questões de autoestima

Não hesite em tirar dúvidas no WhatsApp e marcar sua primeira sessão. Ficarei feliz em respondê-lo/a.

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A procura por um psicólogo pode se dar por razões diversas.

Às vezes sem uma queixa localizada, mas com um certo mal-estar relativamente difuso, ou com uma suspeita de que “algo não vai bem” na vida. Outras vezes, o sofrimento aparece de forma mais nítida, manifestando-se através de impasses variados, repetições embaraçosas, dúvidas impeditivas, sentimentos incapacitantes, pensamentos, emoções ou comportamentos que podem de fato tornar o cotidiano muito difícil, quando não “impossível”.

 

No quadro dos sintomas do que hoje costuma ser chamado de "TDAH", não existe consenso científico ou unidade psicopatológica. O fenômeno pode se apresentar de diversas maneiras: seja através de dificuldades de atenção, de concentração, de organização, ou através do adiamento de tarefas (procrastinação); seja através de comportamentos impulsivos, acelerados, associados a uma intolerância à frustração, a um sentimento de desacordo entre a intencionalidade do indivíduo e a realidade, a oscilações de humor, uma desregulação emocional marcante ou uma irritabilidade frequente; seja ainda através de dificuldades mais vagas, também ligadas à problemas subjetivos com a temporalidade; seja no desempenho escolar ou acadêmico, e também no trabalho.

Assim, de um modo geral, como define o DSM-5, o TDAH pode se apresentar como sintomas de desatenção, como sintomas de impulsividade (hiperatividade) ou como uma combinação de ambos.

 

Eis alguns sintomas gerais que demandam nossa atenção, no que se refere à desatenção:

 

  • Com frequência não prestar atenção aos detalhes ou cometer erros por descuido no trabalho e em outras atividades;

  • Ter dificuldades frequentes em manter o foco nas tarefas ou atividades;

  • Muitas vezes parecer não escutar quando alguém fala diretamente com você;

  • Frequentemente não cumprir instruções e não conseguir concluir tarefas ou projetos;

  • Ter dificuldades recorrentes em organizar suas tarefas e atividades;

  • Muitas vezes evitar ou se mostrar relutante em fazer tarefas que demandam esforço mental contínuo;

  • Frequentemente perder itens essenciais para suas tarefas ou atividades, como chaves, carteira ou documentos;

  • Com frequência se distrair facilmente com estímulos externos;

  • Frequentemente esquecer-se de realizar atividades cotidianas.

Quanto à hiperatividade/impulsividade, estes sintomas são característicos:

  • Costumar mover as mãos ou os pés ou se mover constantemente quando sentado;

  • Ter o hábito de se levantar em momentos em que deveria permanecer sentado;

  • Frequentemente se sentir agitado ou encontrar dificuldades para ficar imóvel em situações que exigem isso;

  • Costumar não conseguir relaxar ou participar de atividades recreativas de forma calma;

  • Estar requentemente em movimento ou se sentir desconfortável ao ficar muito tempo sem fazer nada;

  • Muitas vezes falar de maneira excessiva;

  • Frequentemente responder antes que a pergunta seja concluída;

  • Ter dificuldade em esperar sua vez ou ficar na fila;

  • Frequentemente interromper ou invadir o espaço de outras pessoas, como começar a usar coisas alheias sem pedir permissão.

 

A terapia, presencial ou à distância, oferece a chance para que essas dores e dificuldades encontrem palavras, de acordo com a singularidade e a complexidade de cada um. Indivíduos com esse transtorno, independentemente da idade, estão propensos a apresentar outras comorbidades psiquiátricas, como ansiedade e depressão.

 

O tratamento remoto obedece às mesmas condições éticas que os encontros presenciais (físicos). Uma vantagem dessa modalidade, sobretudo para pessoas que moram longe do consultório, é a flexibilidade de horários que pode ser combinada com o telepsicólogo.

O que se busca numa terapia, mais do que "se conhecer melhor", é uma mudança: que o obstáculo e a dor se tornem novas possibilidades de estar no mundo, novas formas de lidar com os outros, novas maneiras de desejar, de encontrar satisfação, realização e bem-estar.

*  *  *

Algumas adversidades comumente abordadas em psicanálise, psicologia e psiquiatria nos dias de hoje, em seus termos mais corriqueiros. No entanto é necessário lembrar que cada paciente sempre é tomado em sua complexidade singular:​​

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